- Então, o que é que parece?
- Parece que me espetaram uma tesoura com gume duplo e desde então não pararam de a abrir e fechar.
- Porque não arrancas a tesoura?
- Por mais que quisesse, não está nas minhas mãos. É impressionante como quase todas as coisas que nos magoam mais o coração, nunca estão nas nossas mãos.
- É, também me doí.
- Então porque não ma arrancas?
(...)
Até.
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