Quero esquecer o sono que se apodera de mim.
O cansaço que sinto e não me deixa.
Tão intenso e tempestuoso,
especialmente no meio da calma morna da chuva de outono.
Os horas passaram, e mais haverão de vir.
As notas minguam e desaparecem.
As palavras somem-se para não mais voltar
E eu não quero dormir.
Quero as horas para mim, todas outra vez.
Brincar com as notas e proferir aquelas palavras,
repetidamente, tocando nos seus lábios,
tão levemente que quase pareço inocente.
Como fora.
E o sono vem.
E volta.
Até.
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