quinta-feira, 25 de setembro de 2014

whatever.

Raios. Não tenho luz. Desta vez literalmente. A lâmpada fundiu-se e não a posso trocar no meio da escuridão. Ou talvez a preguiça seja apenas demasiado grande. De uma forma ou de outra, não posso fazer nada senão estar no pc e escrever. Escrever e esperar, como sempre, que estas teclas mágicas repletas de letras absorvam toda a escuridão que me vai na alma, bem maior que a escuridão que paira no meu quarto. Mas isso nunca acontece, não realmente. Nem toda a luz poderia consumir todas estas trevas. Não que me importe. Não que me desagrade. De todo. O frio e a escuridão só magoam quem deles não gosta. Não é o caso.
Realmente, tenho vontade, tanta vontade. Mais uma que não posso satisfazer e que eventualmente, quando arranjar forma de o fazer, já passou. Vontade de pegar numa folha branca e preencher com lápis de cor. Não que o desenho fosse mesmo ficar colorido. Despejar o que vai na alma, desta vez sem escrever, porque escrever é difícil quando não se entende nada. Mesmo que escreva apenas o que sinta, tem-se sempre de começar por algum lado, alguma ponta que possa agarrar e desenvolver. Num desenho posso apenas deixar abstracto, puramente imaginação, disforme e carregado de sentimentos que não se poderão entender.
Whatever.
Just...
Whatever.

Até.

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