Oiço passos vindos de longe, olho e não vejo ninguém.
A escuridão da floresta envolve qualquer um, mas os meus olhos não mentem.
Questiono-me todos os dias sobre a minha sanidade,
Especialmente nestes dias em que ando sem qualquer vontade.
Talvez a minha mente esteja deturpada em demasia
Talvez a inteligência tenha sucumbido à preguiça
Apenas a minha imaginação me poderia conceder a alegria
Mas está perdida na floresta, sozinha e mortiça...
Até.
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